Associação Allos

Formação

FORMAÇão

A formação como terapeuta na Allos é gratuita e aberta. É um processo contínuo de formação que passa por atendimento clínico, supervisão e intervisão, participação nos projetos sociais, participação e coordenação do estudo em grupo, estudo de especialização/pesquisa e divulgação científica.

Grupos de Estudo

São parcerias que estabelecemos com universidades. Essa é uma forma de compensar aspectos e abordagens não contemplados pelo curso, com uma metodologia mais horizontal e voltada para a prática. Esses espaços são destinados ao debate e à construção de uma comunidade, sendo também utilizados como mecanismos de seleção dos alunos mais competentes e motivados para participar da Associação

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Cursos e minicursos

Os cursos, tanto internos quanto abertos ao público, têm foco na formação profissional e na divulgação científica. São, fundamentalmente, espaços de formação, expansão e consolidação do conhecimento teórico. Os cursos são ministrados por associados ou parceiros e podem abordar as mais diversas temáticas e metodologias de ensino.

Aprimoramento clínico

Essa é a base da nossa formação prática, onde realizamos simulações de atendimento, formulação de casos, interpretação e dinâmicas focadas em aspectos específicos, como a construção de frases, o uso do corpo como ferramenta e o tempo de intervenção. Essa abordagem tem um caráter fortemente experiencial, na qual os participantes desempenham os papéis de terapeuta e cliente, representando muitas vezes a primeira oportunidade de interação com a prática clínica sem a responsabilidade de atender um cliente real. O progresso dos terapeutas em formação é monitorado pelos organizadores do grupo, que têm autonomia para decidir quando uma pessoa está apta a participar dos demais projetos práticos.

Sala de atendimento da Allos

Atendimentos

Os Atendimentos clínicos, seja na Clínica Escola ou em instituições parceiras, são o centro da formação prática. Quando um terapeuta em formação na Allos se considera – e é considerado por seus monitores e supervisores – apto para realizar atendimentos clínicos, as bases de sua formação já estão consolidadas. A partir desse ponto, o próprio contato com a prática clínica e a supervisão tornam-se os principais orientadores de seu desenvolvimento profissional; o que não significa que ele deixe de participar dos grupos de prática e aperfeiçoamento, pois ocupar a posição de monitor ou, eventualmente, iniciar a formação como supervisor também contribui para seu crescimento como clínico

Supervisões

Temos quatro modalidades de supervisão na Allos:  

Apresentação de caso: Semelhante a uma palestra, é preparada previamente por um supervisor ou convidado para analisar um caso clínico atendido na Clínica Escola, discutindo fundamentos teóricos e possibilidades de atuação clínica. São menos frequentes e, por vezes, abertas a um público maior;  

Supervisão coletiva: É o modelo mais “clássico” de supervisão, em que um supervisor se reúne semanalmente com um grupo de terapeutas para discutir os casos atendidos. A participação de quem ainda está no processo de formação, mesmo que ainda não estejam aptos a atender, é permitida, pois ouvir a supervisão de outros também é formativo;  

Intervisão: É um espaço de troca mais horizontal entre os terapeutas, onde a pluralidade de abordagens e pontos de vista é enfatizada, e a teoria, interpretação e formulação de hipóteses são submetidas a questionamentos por meio de construções coletivas.  

Monitoria: Trata-se de um acompanhamento por parte de um terapeuta mais experiente ou especializado na demanda do paciente. É um suporte contínuo e individual voltado para terapeutas que estão começando na clínica ou que precisam de assistência em um caso específico.”

Estudo Especializado

Para além do estudo coletivo, onde as bases da clínica e das abordagens são passadas é fundamental que durante a formação o terapeuta escolha um tema de especialização. O objetivo é que tenhamos especialistas em diversos temas na Allos (de mitologia japonesa até prevenção de suicídio em adolescentes). Um plano de estudos de 2 anos é feito em conjunto com o Conselho Acadêmico de forma a contemplar o tema escolhido adequando às especificidades da rotina do terapeuta. É esperado que durante e após o processo pesquisas, eventos, cursos e grupos sejam feitos de forma a retornar para a sociedade o conhecimento adquirido.

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